sobre bicicletas, perguntas, respostas da Escola de Bicicleta; e algo mais.
sábado, 12 de setembro de 2015
Bicycle documentary
Faz tempo publiquei um filme que era uma versão mais curta deste aqui. Vale a pena rever.
terça-feira, 8 de setembro de 2015
ABRACICLO - número sobre motos e bicicletas (no final)
Produção de Motocicletas Cresce 11,6%
em Agosto
O número de motos produzidas no acumulado de 2015 permanece
negativo frente a igual período de 2014, com recuo de 11,9%
Conforme
levantamento divulgado pela ABRACICLO, Associação Brasileira dos Fabricantes
de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, a produção de motocicletas em agosto
registrou 114.162 unidades, volume 11,6% superior a julho (102.330), que contou
com período de
paralisação para férias coletivas nas fabricantes
localizadas no PIM – Polo
Industrial de Manaus. Em comparação a igual período do ano passado (129.767),
os índices são negativos, com descréscimo de 12%. Já no acumulado do ano a
retração chega a 11,9%,
passando de 1.038.714 motocicletas, em 2014, para 914.752, em 2015.
As
vendas no atacado – das
montadoras para suas concessionárias – totalizaram 101.927 unidades
em agosto, contra 93.654 em julho, o que equivale a um crescimento de 8,8%, e
queda de 15,7% frente ao mesmo mês de 2014 (120.941). Em
relação à comercialização interna dos oito primeiros meses de 2015 (854.674), a
retração foi de 10,1%, quando comparado a 2014, com 950.684 unidades.
No
varejo, foram vendidas 99.854 motocicletas, o que representa um recuo de 7,3%
ante o volume de julho (107.741) e de 10,3% em relação a igual período de 2014
(111.291). A média diária de vendas chegou a 4.755 unidades no oitavo mês do ano
(21 dias úteis de comercialização), volume superior (1.5%) ao registrado no mês
anterior (4.684), com 23 dias úteis. Quando comparado a agosto de 2014 (5.300),
que também apresentou 21 dias úteis de comercialização, o descréscimo chega a
10,3%.
As exportações do mês de agosto alcançaram 9.347
operações, o que representa alta de 9% frente a julho do presente ano (8.574).
Na comparação com o oitavo mês de 2014 (9.528 motocicletas), observa-se recuo de
1,9%. Já na comparação do acumulado de 2015 com 2014, o índice de motocicletas
exportadas apresenta expressiva queda de 42,1%, passando de 62.446 para 36.162
unidades.
“Tradicionalmente, o segundo semestre é melhor que
o primeiro. Além do período de férias e décimo terceiro salário, a realização de
eventos estimulam o mercado. O Salão Duas Rodas, por exemplo, programado para os
dias 7 e 12 de outubro, no Anhembi, em São Paulo (SP), trará novidades e
lançamentos que incentivarão os consumidores e deverá impactar positivamente nos
resultados para o segmento”, afirma Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo.
Sobre a
ABRACICLO e o Setor de Duas Rodas
Com
39 anos de história e 12
associadas, a ABRACICLO –
Associação Brasileira dos
Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares
representa, no país, os
interesses dos fabricantes de transporte em Duas Rodas, além de investir fortemente em
ações que tenham por
objetivo a busca pela paz no trânsito e pilotagem
defensiva.
Representativa,
a fabricação nacional de
motocicletas –
majoritariamente concentrada no Polo Industrial de Manaus (PIM) – está entre as seis maiores do
mundo. Já no segmento de
bicicletas, o Brasil se encontra na quarta posição entre os principais
produtores mundiais. No total, as fabricantes geram aproximadamente 16 mil
empregos diretos no PIM.
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MOTOCICLETAS
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BICICLETAS
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Frota nacional: mais de 20 milhões
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Frota nacional: mais de 70 milhões
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Produção
anual: cerca de 1,4 milhão
de unidades |
Produção
anual: acima de 4 milhões
de unidades |
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6º maior
produtor mundial
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4º maior
produtor mundial
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Para
conhecer mais sobre os trabalhos da ABRACICLO, acesse o site www.abraciclo.com.br.
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SD&PRESS
Consultoria
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(11)
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Bruna Dal
Moro
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Mariana
Larsson
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Jessica
Magalhães
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Sergio
Duarte
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Setembro,
2015
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quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Regular um freio a disco mecânico
Marinheiro de primeira viagem, apanhei feito gente grande para conseguir regular o novo freio a disco mecânico da bicicleta. Estou usando um freio Bengal que dizem não ser o melhor. Não sei como será regular um Shimano, que todos afirmam ser de longe o melhor, ou um Tectro, que parece ser a segunda opção, mas provavelmente devem ser menos chatos. Os princípios não deve ser muito diferente deste que tenho.
A primeira coisa que fiz foi seguir as orientações dadas pelo manual da Bengal. É um passo a passo lógico. A explicação a seguir é a de fábrica com uma pitada minha, já que o manual não tem tradução para o português:
A pastilha fixa da roda dianteira estava trabalhando um pouco desalinhada. As duas pastilhas devem trabalhar perfeitamente paralelas ao disco, o que não acontecia. Soltei os parafusos do corpo onde estão as pinças e as pastilhas e com uma pedra de afiar faca limpei a tinta da base de encosto da peça que leva a pinça fixa e que encosta na peça que leva a pinça móvel. Tive que desgastar pouco a pouco a peça na mesma pedra de afiar faca até deixar a pinça fixa paralela ao disco.
Montei tudo e testei: agora sim tenho uma roda rodando livre e um freio funcionando bem.
- O primeiro passo é centrar e deixar em paralelo o disco na abertura onde estão as pastilhas. Olhe por cima e por baixo da pinça para ver se realmente está centrado. Aperte levemente os parafusos que prendem a pinça ao quadro ou garfo da bicicleta.
- Ajuste a pastilha fixa de forma que ela encoste no freio a disco.
- Acione o manete de freio com força. Isto fará com que a pastilha móvel prenda o disco. Mantendo o freio acionado solte os dois parafusos de ajuste da pinça ao quadro ou garfo e ainda com o freio acionado volte a apertar os dois parafusos de ajuste da pinça ao quadro.
- Pare de acionar o manete e rode a roda. Provavelmente ela terá um pequeno arrasto do freio
- Solte aos poucos, máximo 1/4 por vez, o parafuso de ajuste da pinça fixa até que a roda gire livre de arrasto.
- Faça o ajuste da altura do manete através do ajuste do cabo de freio.
- Em situação normal depois destas operações o freio está regulado e a roda vai girar completamente livre.
A pastilha fixa da roda dianteira estava trabalhando um pouco desalinhada. As duas pastilhas devem trabalhar perfeitamente paralelas ao disco, o que não acontecia. Soltei os parafusos do corpo onde estão as pinças e as pastilhas e com uma pedra de afiar faca limpei a tinta da base de encosto da peça que leva a pinça fixa e que encosta na peça que leva a pinça móvel. Tive que desgastar pouco a pouco a peça na mesma pedra de afiar faca até deixar a pinça fixa paralela ao disco.
Montei tudo e testei: agora sim tenho uma roda rodando livre e um freio funcionando bem.
Uns dias depois fui conversar com o Tiago, um dos poucos mecânicos em quem confio, e ele disse que tem sido cada dia mais comum ele ter que limpar (raspar com delicadeza) o excesso de tinta das duas bases do garfo onde é fixada a pinça de freio. Mais, que em vários casos só conseguiu o alinhamento perfeito depois limar um pouquinho as duas bases de fixação. "Se você não fizer isto o disco nunca fica centrado entre as pinças", explicou. "Os garfos mais caros já vem com estas bases limpas e alinhadas".
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Freio a disco, "V brake", cantilever?
Só agora estou rodando com uma bicicleta com freio
a disco. A bicicleta, uma GT rodagem 29, é toda novidade para mim. Chegou com
freios a disco hidráulicos com defeito de fábrica e decidi colocar os freios a
disco a cabo por uma questão de princípio. Acredito que bicicleta tem que ser
símbolo de uma nova era, utópica, de sustentabilidade, racionalidade,
minimalismo, utilitarismo, forma e função caminhando juntos. Ou caminhamos por
ai ou estamos fritos por que o planeta não suporta tanta frescura, melhor dizendo,
tanta tecnologia insustentável. Fui muito longe? Não, não fui, é verdade.
Freio a disco hidráulico funciona muito bem. O
acionamento é suave, as frenagens precisas, progressivas, o poder de frenagem
alto. O hidráulico trabalha as duas pastilhas que quando não acionadas ficam separadas
do disco, portanto não há nenhum arrasto, a roda fica completamente livre.
Deu vazamento e tive que tirar o sistema de freio hidráulico
da bicicleta e ai fiquei impressionado o quanto é mais pesado que um sistema de
freio V brake ou cantilever. E mais complexo. E muito mais poluente. É
hidráulico, portanto acionado por um óleo mineral que pode vazar, como no meu
caso, e pelo que me disseram deve ser trocado de tempos em tempos. Bicicleta,
veículo poluente? Essa não!
Coloquei um sistema de freio a disco mecânico, mais
simples e aparentemente menos poluente. O acionamento é feio por um cabo de
freio comum. Uau! Como pesa! A montagem é simples, mas regular é um baile chato.
Por mais que se faça nunca se chega a roda girando completamente livre de
arrasto como acontece no hidráulico. Neste freio a disco mecânico só uma das
pastilhas de freio se move contra o disco. A segunda pastilha de freio trabalha
fixa, a uma distância muito próxima disco de freio, o que sempre causa um certo
arrasto. Não deveria ser assim, mas é. A frenagem é menos eficiente que a do
sistema hidráulico em todos sentidos. Parece que com o uso a coisa toda
melhora.
Sistemas de freio tradicionais, que as sapatas encostam
no aro, são mais leves, muito mais simples de fabricar e manter. Não sei qual a
diferença ambiental entre as partículas liberadas pelos sistemas de freio
tradicionais e os freios a disco, mas certamente o hidráulico deve ser muito
mais poluente por causa do fluido de freio.
Bom, a história é a seguinte:
· O V brake surgiu por que os mecânicos têm
imensa dificuldade para regular os cantilever. Nenhum outro sistema permite
tantas regulagens finas quanto um cantilever de qualidade. Bem regulado, com
boas sapatas e aros apropriados, catilever é campeão.
· V brake poderia ser muito melhor do que é não
fosse pela necessidade de se uniformizar seu padrão, o que aconteceu para
facilitar a vida dos mecânicos. Regular minimamente bem um V brake é uma baba,
qualquer um faz.
· V brake e freio a disco hidráulico são sistemas
de freio que foram criados para competição e têm um poder de frenagem grande. Muita
ciclista já saiu voando sobre o guidão.
· Catilevers e V brakes precisam de aros de
qualidade bem centrados para funcionar perfeitamente bem. A verdade é que
poucos mecânicos conseguem centrar bem um aro. Freio a disco funciona
perfeitamente bem até com um aro fora de centro, portanto e de novo menos
trabalho para os mecânicos e... menos problemas para os fabricantes.
· Com freio é preciso tomar cuidado para não
desalinhar o disco, ou acabou a brincadeira.
·
O
povão adora alta tecnologia, tecnologia de competição ou similares. Para boa
parte dos compradores o importante é ter o último, o mais sofisticado, o chique
para mostrar para os amigos.
·
Bicicleta
para mim deve ser minimalista, o mais simples possível, até por uma questão de
sustentabilidade. Sustentabilidade? O que é isto?
O
que dói é ver até bicicleta urbana com freio a disco. Para as urbanas a Shimano
tem um sistema de freio no cubo, que se não me falha a memória é acionado por
roletes, que é “a” delícia. Nunca pedalei nada tão macio e preciso. Perfeito.
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Fabricação de quadros de bicicletas com tubos
Estes dois filmes mostram bem
como se produz um quadro de bicicleta em tubo de aço, exatamente como as
bicicletas básicas que temos no mercado. A produção de bicicletas com tubos de
alumínio é muito parecida. Muda basicamente o tipo de solda.
O primeiro filme é a criação
de um protótipo, digamos assim.
O segundo é o processo dentro
de uma fábrica de pequena escala. Note no meio deste filme que o quadro vai
para uma mesa plana, o operário pega um gabarito e coloca na traseira, e corrige
a diferença nas gancheiras com uma alavanca. Isto é feito em uma produção com
baixo grau de precisão, que vai ter variações de décimo de milímetro, nos
piores casos até mesmo um milímetro. Infelizmente temos no Brasil fabricantes
que ainda trabalham na casa dos milímetros. Quanto maior a variação, ou o erro,
pior é a bicicleta, mais pesada é para pedalar e mais facilmente apresentará
defeito.
Lá fora mesmo o mercado está
cada dia mais preciso. Tem marca de bicicleta que já está entrando no centésimo
de milímetro. E nos produtos top de linha até nos milésimos de milímetro.
Caloi Sport Confort 2015 - teste
A Caloi Sport Confort foi a bicicleta inicial de vários amigos, todas
recomendadas por mim. É uma bicicleta correta, simples, estável, que funciona
bem, durável, prática. Continuam rodando sem problemas depois de muitos anos. E
espero que continue sendo por que fiz um amigo comprar três de uma só vez. Mas...
depois de retirar as bicicletas da loja fiz o ajuste fino e fiquei triste com o
que vi. As bicicletas saíram rodando direitinho, mas...
Problemas:
- Movimento central completamente solto em uma, incluindo a bacia direita, e muito preso nas outras duas. Numa delas a caixa do movimento central tinha a face direita desalinhada ou pela pintura ou por erro de corte do tubo na hora da fabricação. Ou pior, por ser ponta de tubo. Se é erro de corte do tubo eu teria uma imensa curiosidade em ver o torno (que faz o corte do tubo que depois de soldado ao quadro vai resultar na caixa do movimento central) para entender como um torno industrial consegue fazer o corte do tubo desalinhado.
- Caixaria, eixo e bacias dos três movimentos centrais que peguei eram péssimos; simplesmente não deram regulagem. Giravam, travavam, giravam um pouco mais e travavam.... Eu queria entender como um fabricante joga no mercado um eixo de movimento central fora do centro. Gostaria de ver o torno que produz o eixo que vem montado nestas novas Sport Confort. A fábrica não tem ferramenteiro? Ou o diretor industrial não desce para o chão de fábrica, coisa que ainda acontece no Brasil. Ou o engenheiro, que deve ser novinho, inexperiente, tem uma soberba sem tamanho por que está formado nesta ou naquela universidade? Também acontece.
- Hoje estive numa bicicletaria que foi sempre uma verdadeira parceira da Caloi, contei o caso e o proprietário me disse que por coisas como esta parou de trabalhar com o modelo e a marca. Triste! Será que a Dorel tem conhecimento?
- Em duas delas a numeração, que fica no movimento central, estava muito fraquinha, quase invisível. Excesso de tinta ou não foram numeradas? Se não foi numerada pode apontar para uma possível sonegação. Não acredito nisto, já que Caloi tem lutado para a legalização do mercado de bicicletas.
- As três bicicletas tinham “uma certa” variável na traseira. Vou ter que ver mais tarde, na segunda revisão, para descobrir se é erro de centragem das rodas ou desalinhamento da traseira. Aposto no desalinhamento da traseira, velho problema das bicicletas brasileiras. Aliás, não só as traseiras; muitos garfos de bicicletas básicas saem de fábrica completamente fora do centro. Ridículo!
- A guia de cabo do câmbio traseiro está soldada fora de posição, desalinhada, na forquilha de selim, o que torce o cabo e faz com que as trocas de marchas fiquem um pouco mais duras ou imprecisas.
- Os aros continuam com a maldita rebarba e ou desalinhamento na emenda. Por isto as bicicletas novas mais baratas freiam aos tranquinhos. Também gostaria de ver as máquinas que fazem o corte e a emenda. Talvez o diretor industrial não pedale seus produtos e nunca desce para o chão de fábrica. Não ouvir as críticas já sabemos que não ouvem. Acertar as máquinas para que o corte e emenda do perfil que faz o aro sejam precisos é brincadeira. Chama o ferramenteiro e deixa o homem trabalhar sossegado.
- E ai vem a verdadeira vergonha nacional: câmaras de ar Levorin. Quando fomos pegar as bicicletas na loja uma das bicicletas já estava com o pneu completamente murcho. Tiramos a câmara e o defeito era na emenda. O vendedor abriu uma gaveta das grandes cheia de câmaras com defeito e enquanto procurava por uma nova contou que é o problema mais comum nas bicicletas mais simples. Sempre foi. Levorin melhorou muito boa parte de sua linha de pneus, mas pelo jeito as câmaras de ar continuam as mesmas de sempre. Vem com a válvula mal apertada, tem micro furos, problemas nas emendas... Não sei qual é o percentual, mas sei que as bicicletarias que tem um público mais exigente se recusam a vender câmaras Levorin. Deprimente! E ninguém faz nada, nem clientes, nem PROCON, nem Ministério Público. É uma sacanagem com o cliente é mais sacanagem ainda com o meio ambiente.
A maluquice é que a Caloi Sport Confort
continua sendo uma das melhores opções entre as bicicletas nacionais. As de
hoje são piores que as antigas, mesmo assim quando bem revisadas e reguladas
são agradáveis. E eu espero que não tenha entrado numa fria com minha
recomendação.
Triste mesmo é a Caloi descuidar tanto de um
de seus melhores e mais tradicionais produtos.
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