Como disse no filme de divulgação e Renata não acreditou: eu sou contra e ela a favor. Apareçam, vai ser divertido
sobre bicicletas, perguntas, respostas da Escola de Bicicleta; e algo mais.
domingo, 10 de maio de 2015
sábado, 25 de abril de 2015
Como (é fácil) roubar uma bicicleta
Como o crescimento do uso da bicicleta nas cidades brasileiras é natural que o número de roubos também cresça, o que vem acontecendo. Acontece aqui, como em qualquer outra parte do mundo. Infelizmente é natural.
Se o ladrão for bom e quiser ele vai sair com a bicicleta, mas a maioria dos ladrões é oportunista, que só leva a bicicleta que está mais fácil.
Uma das poucas coisas que realmente dificultam o roubo da bicicleta é o ladrão ficar desconfiado que alguém está de olho na bicicleta, portanto verá ele, o ladrão.
Para melhorar a segurança de sua bicicleta veja os filmes. Logicamente os "ladrões" dos filmes tem grande facilidade de roubar bicicletas com travas mais finas. Para quem não sabe, as boas travas mostram na embalagem o nível de segurança que a trava dá, numa numeração que vai de 1 a 10, sendo a 10 a mais segura. Evite comprar qualquer trava abaixo do nível 7.
Depois dos filmas entre neste link que tem dicas: http://escoladebicicleta.com.br/estacionamento.html
quinta-feira, 16 de abril de 2015
ABRACICLO - Incentivos Necessários para a Bicicleta no Brasil
Estudo
Inédito Revela os Incentivos Necessários Para A Expansão do Uso de Bicicletas no
Brasil
Levantamento inédito
revela os benefícios do uso da bicicleta e apresenta as melhores formas de
incentivar o uso do modal nas cidades
Uma parceria entre a
Abraciclo, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores,
Motonetas, Bicicletas e Similares, e a renomada consultoria Rosenberg Associados
resultou na realização de um estudo pioneiro no Brasil, com o intuito de
analisar o segmento de bicicletas no país. O levantamento foi apresentado hoje,
15 de abril, em São Paulo.
“O estudo é o
trabalho mais detalhado publicado recentemente sobre a bicicleta no Brasil. Ele
visa ajudar aqueles que defendem seu maior uso, principalmente como alternativa
de mobilidade urbana, com dados, fatos e referências concretas. Não há muita
informação disponível sobre a bicicleta e seu uso no país e identificamos que
algumas vezes números podem ser utilizados de formas imprecisas, levando a
conclusões questionáveis sobre o tema. Achamos que estava na hora de reunir em
um só lugar os dados e fatos mais recentes e mais precisos que tínhamos sobre o
setor junto com novas análises e estudos. Assim temos uma base de referência
para o assunto, especialmente agora que a bicicleta está ainda mais valorizada
como alternativa de mobilidade”, afirma José Eduardo Gonçalves, diretor
executivo da Abraciclo.
Com base em projetos
internacionais e analisando o comportamento e perfil do mercado nacional, o
estudo intitulado “O uso de bicicletas no Brasil: qual o melhor modelo de
incentivo?” revelou que a melhor forma de se promover o uso da bicicleta
como efetiva alternativa de mobilidade urbana é através de políticas
direcionadas à ampliação da infraestrutura dedicada ao uso nas
cidades.
Entre as principais
ações para a popularização da bicicleta como alternativa de mobilidade urbana
estão a existência de ciclovias, ciclofaixas, ciclorotas, locais para
estacionamento e melhora na segurança.
Por outro lado, no
cenário atual, o raio de ação limitado, a sensibilidade às inclinações das vias,
a exposição à poluição, a vulnerabilidade física do ciclista e ao furto
desestimulam o uso da bicicleta como solução de mobilidade no Brasil e no mundo,
segundo o estudo, que também aborda a existência de soluções fáceis e baratas
para mitigar esses problemas.
Mercado
de Bicicleta
O mercado nacional de
bicicletas sempre esteve dividido em quatro grandes frentes – Recreação e
Lazer, Esporte e Competição, Brinquedos e Transporte
Básico. Porém, de alguns anos para cá, com o surgimento de ciclofaixas,
ciclovias e infraestrutura cicloviária, nasceu um novo segmento de mercado,
chamado de Mobilidade Urbana, que comporta bicicletas desenvolvidas com
tecnologia, componentes e design específicos para este fim. Este segmento ainda
é pequeno, pois se trata de um fenômeno ainda novo no país e muitos ainda usam
produtos destinados ao Esporte/Competição e Recreação/Lazer para se locomover
nas cidades. Estas três categorias de mercado, compostos por produtos de maior
valor agregado, crescem sustentados pela elevação da renda – uma mudança
cultural que apoia o uso da bicicleta e a expansão da infraestrutura cicloviária
nas cidades para enfrentar os problemas de congestão urbana cada vez
maior.
Já os produtos
destinados para o Transporte Básico, usados em regiões rurais e como meio de
locomoção pela população de baixa renda, estão em queda, uma vez que este
público está migrando para a moto, o carro ou o transporte público como
alternativa de locomoção. Este fenômeno acontece em países como Brasil, China e
Índia, que eram grandes consumidores de bicicleta de baixo valor agregado, e nos
quais o crescimento da renda da população e uma crescente urbanização
transformaram seus mercados de bicicleta. Já o consumo de brinquedos (produtos
de aros 12 a 16) se mantem estável, pois a elevação da renda e do consumo nas
classes C e D são compensados pela troca de tipo de brinquedo com as crianças
migrando para itens de tecnologia tais como vídeo games, tablets e smartphones.
produção
nacional
Atualmente, o Brasil,
com 4,2 milhões de unidades anuais, figura como o quarto maior produtor mundial
do modal, ficando atrás da China, com 85 milhões, Índia, com 12 milhões, e
Taiwan, com 4,5 milhões.
Quanto à produção
nacional, ela segue o mesmo fenômeno do consumo e vemos o crescimento da oferta
dos produtos de maior valor agregado. Esses produtos, que englobam as bikes de
mobilidade urbana, recreação/lazer e esporte/competição, correspondem a mais de
1,7 milhão de unidades vendidas anualmente. Cerca de 750 mil saem do PIM (Polo
Industrial de Manaus), enquanto 600 mil são produzidas formalmente fora do Polo,
150 mil produzidas informalmente fora do Polo e 250 mil são importadas. É nesta
divisão, portanto, que as importações são mais relevantes e onde elas mais
competem com o produto nacional legal, já que o grau de informalidade, neste
segmento, é relativamente pequeno.
Assim, o PIM se
fortalece como base de produção de bicicletas de alto valor agregado no país e
está plenamente capacitado para atender esta nova demanda de mercado. Além desta
vocação produtiva, o PIM é instrumento importante da política industrial
brasileira e se fortalece a cada dia. Hoje, já é o principal polo de produção de
bicicletas fora do Sudeste Asiático e três novas fábricas de bicicleta se
instalaram no local nos últimos anos.
O estudo mostra que a
política atual do governo de defesa da indústria nacional de bicicletas, com
isenção do IPI para os produtores do PIM, e a inclusão do produto na Lista de
Exceção da Tarifa Externa Comum foi muito positiva, gerando investimentos e
empregos na Zona Franca de Manaus, que é a única com vocação para a produção dos
modais de maior valor agregado, que atendem a nova demanda de mercado.
O
levantamento abrange em detalhes a questão tributária do setor e revela, entre
outros, que o IPI afeta mais o importador do que o produtor nacional. Além
disso, reforça que ações de redução desses impostos seriam muito menos efetivas,
se não inócuas, no sentido de incentivar o uso do produto.
“Uma
bicicleta mais barata, por si só, não levará o consumidor a adotar o modal.
Reduzir o IPI e o II, além de ter um impacto pequeno, ou quase nulo, sobre o
preço do produto, apenas beneficiaria a importação em detrimento da produção
brasileira - especialmente do PIM, onde se concentra a maior parte da produção
capaz de atender à nova demanda da sociedade”, esclarece Thais Zara,
economista-chefe da Rosenberg Associados.
Cenário
Atual
A bicicleta se tornou
uma alternativa à mobilidade urbana, diante do caos instaurado no trânsito das
grandes cidades. Para distâncias de até cinco quilômetros nas áreas urbanas mais
densas das cidades, há estudos que constatam que a bicicleta é o meio de
transporte mais rápido, podendo chegar a uma velocidade entre 12 km/h e 15 km/h.
Além disso, o modal contribui para a saúde do usuário, bem como possui baixa
perturbação ambiental e maior flexibilidade, requerendo menor investimento em
infraestrutura, entre outras vantagens.
Segundo aponta o
estudo, em diversos países do mundo, especialmente nos casos de sucesso, o
estímulo ao uso das bicicletas é feito através de fornecimento de uma
infraestrutura adequada, concomitante à conscientização de um melhor
aproveitamento do espaço urbano.
“O
movimento que vemos hoje nas ruas do Brasil ocorreu em Amsterdã, na Holanda, há
mais de 30 anos. Hoje, estamos presenciando diversas transformações urbanas com
base na integração da bicicleta na matriz de transporte das cidades com
resultados surpreendentes como é o caso de Bogotá e até Nova Iorque. Este é um
fenômeno mundial que começa a se alastrar pelo Brasil devido ao caos causado
pelo congestionamento urbano. O melhor meio de quebrarmos a ‘cultura do
automóvel’ é implementando infraestrutura dedicada à bicicleta nas cidades. Só
assim a bicicleta será definitivamente integrada nas cidades como uma
alternativa real de mobilidade urbana”, comenta Eduardo Musa, vice-presidente do
segmento de bicicletas da Abraciclo.
“O que realmente pode
alavancar o crescimento do mercado nacional é a implantação de iniciativas que
ofereçam segurança e boas condições para os ciclistas, bem como a introdução da
‘cultura da bicicleta’. Esta é a bandeira que fabricantes nacionais,
importadores, poder público e, principalmente, a sociedade, devem defender”,
conclui Luis Paulo Rosenberg, sócio diretor da Rosenberg
Associados.
Sobre
a ABRACICLO e o Setor de Duas Rodas
Com 39 anos de
história e 12 associadas, a ABRACICLO – Associação Brasileira dos Fabricantes de
Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares representa, no
país, os interesses dos fabricantes de transporte em Duas Rodas, além de
investir fortemente em ações que tenham por objetivo a busca pela paz no
trânsito e pilotagem defensiva.
Representativa, a
fabricação nacional de motocicletas – majoritariamente concentrada no Polo
Industrial de Manaus (PIM) – está entre as cinco maiores do mundo. Já no
segmento de bicicletas, o Brasil se encontra na terceira posição entre os
principais produtores mundiais. No total, o Setor de Duas Rodas gera em suas
indústrias cerca de 20 mil empregos diretos.
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MOTOCICLETAS
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BICICLETAS
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Frota nacional: mais
de 20 milhões
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Frota nacional: mais
de 70 milhões
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Produção anual: cerca
de 1,5 milhão
de unidades |
Produção anual: acima
de 4 milhões
de unidades |
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6º
maior produtor mundial
|
4º
maior produtor mundial
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Para conhecer mais
sobre os trabalhos da ABRACICLO, acesse o site www.abraciclo.com.br.
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SD&PRESS
Consultoria
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(11)
3876-4070; www.sdpress.com.br; @sdpress;
facebook.com\sdpress
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Bruna
Dal Moro
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Mariana
Larsson
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Jessica
Magalhães
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Sergio
Duarte
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Abril,
2015
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segunda-feira, 13 de abril de 2015
Museu da Bicicleta de Joinville
É de se ressaltar o trabalho heroico de Valter Busto, que carrega este Museu e seus sonhos nas costas a décadas.
sexta-feira, 10 de abril de 2015
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Aro arregaçado na calibragem
Nome: C E
Mensagem: Fui encher o pneu no posto de gasolina e estourou. Quando olhei o aro tinha
arregaçado na lateral, onde a sapata encosta. Não entendi nada.
C E, boa noite.
Você deu a dica para que eu tenha a resposta
correta. Com o desgaste a parede lateral do aro fica mais fina e com a pressão
da calibragem num momento ela acaba cedendo, abrindo e estourando a câmara. Todos
nós somos pegos de surpresa.
Mesmo aros de boa qualidade tem um tempo de vida,
que pode ser determinado pelo desgaste causado pelo contato das sapatas de
freio e pela forma como o ciclista usa o freio. No geral a qualidade tanto do
aro, como das sapatas de freio, vai determinar o tempo que o aro vai abrir, ou
como você disse arregaçar. É lógico que aros básicos ou de baixa qualidade vão
durar pouco. Um aro de boa qualidade dura décadas se as sapatas forem também
boas.
O que pode acabar com um aro é deixar a sapata
ficar sem borracha, o que faz com que a estrutura metálica da sapata corte o
aro.
Sua mensagem é um ótimo momento para explicar que se
deve ter cuidado com o tipo de sapata que se usa; isto por duas razões. A
primeira é bem simples: algumas sapatas são muito abrasivas, principalmente as
mais baratas, freiam pouco e gastam mais o aro. A segunda razão tem um toque de
sofisticação: cada aro é feito para trabalhar com um determinado tipo de
sapata, o que só um bom mecânico saberá.
domingo, 22 de fevereiro de 2015
bicicletas de Amsterdam
Amsterdam praticamente não muda. Mesmo as bicicletas são quase as mesmas. O que se vê de novo mostra uma tendência muito sutil de buscar o novo, modelos, desenhos, formas, cores. A "old dutch", a tradicional bicicleta holandesa talvez esteja sofrendo dos mesmos males que qualquer produto identificado com as gerações passadas. A bicicleta nova precisa ter personalidade, seja lá o que isto venha a significar. Mesmo assim é muito difícil que a old dutch venha a cair no esquecimento, até por que o que é bom nunca deixará de se-lo.
Cresce mais lentamente do que alguns poderiam imaginar o número de elétricas nas ruas. Não virou uma epidemia, muito pelo contrário. Também não incomodam muito. Ruim mesmo é ter scooter circulando nas ciclovias. Boa parte de seus condutores não tem nada na cabeça, incluindo ai algumas meninas lindas. Estranho, mas as scooters elétricas, completamente silenciosas, incomodam menos, mas são mais perigosas por que ninguém as percebe.
Cresce mais lentamente do que alguns poderiam imaginar o número de elétricas nas ruas. Não virou uma epidemia, muito pelo contrário. Também não incomodam muito. Ruim mesmo é ter scooter circulando nas ciclovias. Boa parte de seus condutores não tem nada na cabeça, incluindo ai algumas meninas lindas. Estranho, mas as scooters elétricas, completamente silenciosas, incomodam menos, mas são mais perigosas por que ninguém as percebe.
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